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março 26, 2005

SABIA Q: O Santo Graal e a Ordem de Mariz

(...) "por volta de 985 d.C. a Taça Sagrada (Graal) esteve na face da Terra, e em Portugal entre os século XII-XV, da qual uma réplica sua permaneceu oculta no País até aos meados do presente século (XX), à guarda de certo Barão de nome Henrique Antunes da Silva Neves!... Durante três séculos o Culto do Santo Graal foi celebrado secretamente na Sé Patriarcal de Lisoa, sob a discreta vigilância e indeformável observância dos Templários da Soberana Ordem de Mariz, cujo Rito do Santo Sangue, identificado pela Maçonaria posterior ao da "Degola de São João", seria posteriormente levado as Américas por Cristovão Colombo e Pedro Álvares Cabral."

"A Ordem São Bento de Avis, de pendão verde, fora criada por Afonso Henriques precisamente para suster, através da sua reservada Ordem de São Miguel da Ala, a Sabedoria Celeste do Santo Graal, enquanto a do Templo de Salomão, de pendão vermelho, para defender e preservar na Terra essa mesma Sabedoria Divina, e ambas Colunas-Defensivas da mesmíssima e secretíssima Ordem de Mariz, propietária legítima dos Mistérios Maiores da Tradição Iniciática das Idades."

excerto de:
"História Oculta de Portugal" de Vítor Manuel Adrião, pág. 59,

Publicado por Rui Martins às março 26, 2005 01:31 AM

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Comentários

"Sim, a Ilha de que aí se fala, é aquela mesma misteriosa Ilha como "reduto dos Tupinambás", onde nasceu a futura Cataria Paraguassu, que acabou por tomar como esposo, Diogo Alvares Corrêa, o Caramuru, Sim, ali começou a Hist6ria Brasileira, para se firmar na verdadeira parelha manúsica, que, como se viu, foram e continuam sendo: HENRIQUE E HELENA.
A BARCA, cuja ORIGINAL é a mesma AGARTHA, como região subterrânea, donde eles vieram suando peregrinos ... e a seguir, as ÁGUAS DO DILÚVIO, com o nome de "Conceição Feliz", que na praia se encontrava quando os mesmos ali foram pela primeira vez. E assim, se firmou na face da Terra a OBRA DIVINA que Deus, em forma de NETUNO, a ambos abençoando, colocou-os â sua frente ...
Em fins do século passado realizara-se naquela mesma SERRA de SINTRA à qual já aludimos antes, um excelso mistério que foi terrena e celestialmente assinalado, através de dois misteriosos fenômenos: uma chuva de estrelas, como nunca se viu outra igual, e violenta explosão do vulcão KRAKATÓA. Tal mistério se relacionava a um casal de crianças, as quais quando completassem os DEZESSEIS ANOS DE IDADE, uma vivendo em Portugal, em companhia do casal "Barão Henrique Antunes da Silva Neves", e o outro na Bahia, também de família nobre portuguesa, ou seja da "Casa dos Souza", isto é, MARTIM AFONSO DE SOUZA, Tomé de Souza, primeiro Governador do Brasil etc., vieram encontrar-se em Salvador. Inútil dizer que tal encontro não fora obra do acaso, e sim, fenômeno de há muito preparado com grande devoção e cuidados."

Artigo publicado na Revista Aquarius nº 3
Autor: Selene Jefferson de Souza
Data 1975
PARTE 2

Publicado por: Solrac às março 28, 2005 06:20 PM

"Para além de todos estes aspectos mais palpáveis historicamente, referimos ainda a informação, transmitida por um eminente pedagogo esotérico brasileiro, o Professor Henrique José de Souza (1883–1963), fundador da Sociedade Brasileira de Eubiose, segundo o qual a evolução histórica, a missão universalista e o inerente devir escatológico da Pátria portuguesa fora tutelado desde a sua génese por uma determinada Ordem iniciática secreta, a Ordem de Mariz, velada exteriormente pelas Ordens militares de Cristo e de Aviz, ostentando as suas insígnias as mesmas cores das daquelas conjugadas (fitas e cruzes verdes e vermelhas), enquanto seu binómio polarizado de guardiania defensiva.Devemos aqui mencionar igualmente certas fontes heráldico-iconográficas mais remotas e pouco conhecidas da actual Bandeira Nacional, como os frontispícios manuelinos iluminados do final do século XV da Crónica de D. João I de Fernão Lopes – contendo a sobreposição actual da esfera armilar dourada pessoal pelo escudo não coroado das Armas Reais à maneira inglesa (igualmente presente na Heráldica Nacional entre 1816 e 1826 e no logotipo da Sociedade de Geografia de Lisboa, fundada em 1875) – e de 1505 da Crónica de D. Afonso Henriques de Duarte Galvão – onde figuram escudos partidos de verde e de vermelho com a junção cromática sobreposta da esfera armilar dourada."

Publicado por: Solrac às março 28, 2005 06:28 PM

in "O verdadeiro Cabral" Revista Istoe,
19 de novembro de 1997

http://www.zaz.com.br/istoe/politica/146925.chtm

"A base da tese gira em torno de um manuscrito, o "Esmeraldo de situ orbis", produzido pelo próprio Duarte Pacheco entre 1505 e 1508 e que ficou desaparecido por quase quatro séculos. Até no título, o documento revela seu caráter cifrado. "Esmeraldo" é um anagrama que associa as iniciais, em latim, dos nomes de Manoel (Emmanuel), o rei, e Duarte (Eduardus), o descobridor. "De situ orbis" significa "Dos sítios da Terra". "Esmeraldo de situ orbis", portanto, era "O tratado dos novos lugares da Terra, por Manoel e Duarte". Era um imenso relato das viagens de Duarte Pacheco Pereira não só ao Brasil, como à costa da África, principal fonte da riqueza comercial de Portugal no século XV. O rei d. Manoel I considerou tão valiosas as informações náuticas, geográficas e econômicas do "Esmeraldo" que jamais permitiu que ele fosse tornado público. Foi montado em cinco partes, com 200 páginas no total. As melhores provas sobre o descobrimento do Brasil aparecem no capítulo segundo da primeira parte. Resumidamente, o trecho diz o seguinte:

"Como no terceiro ano de vosso reinado do ano de Nosso Senhor de mil quatrocentos e noventa e oito, donde nos vossa Alteza mandou descobrir a parte ocidental, passando além a grandeza do mar Oceano, onde é achada e navegada uma tam grande terra firme, com muitas e grandes ilhas adjacentes a ela e é grandemente povoada. Tanto se dilata sua grandeza e corre com muita longura, que de uma arte nem da outra não foi visto nem sabido o fim e cabo dela. É achado nela muito e fino brasil com outras muitas cousas de que os navios nestes Reinos vem grandemente povoados."

Publicado por: Solrac às março 28, 2005 06:45 PM

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