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julho 15, 2005

o erro de bush no afeganistão e o envio de 200 comandos portugueses.

O envio de 200 militares dos comandos para o afeganistão em período de pleno recrudrescimento das actividades da guerrilha taliban - dezenas de ataques a militares e civis no sul do país - coloca forças militares portuguesas num teatro de guerra cuja perigosidade só é comparável à missão da GNR no iraque. A intensificação da guerilha resulta da continuada passividade e incapacidade do governo paquistanês em assegurar o controlo sobre as zonas tribais que fazem fronteira com o afeganistão. Outro factor que explica esta alteração no equilibrio de forças tem a ver com a reduzida presença americana no local e cuja fraca dimensâo é consequência directa do facto de que a maior parte das forças combatentes de primeira linha do exército americano estarem empenhados em missões no iraque. Mais uma vez, torna-se evidente o erro de Bush ao ter aberto uma nova frente no Iraque quando a situação no Afeganistão ainda estava longe de estar resolvida.

E agora - de novo - os portugueses vêm-se envolvidos directamente num erro americano... Mas quando compreenderão os nossos governantes que podemos ser aliados sem ser lacaios? Ou seja, não devíamos enviar forças para o Afeganistão enquanto o principal interessado na sua presença (os EUA) nãop reforçassem as suas forças no local.

Publicado por Rui Martins às julho 15, 2005 08:42 PM

Comentários

'E agora - de novo - os portugueses vêm-se envolvidos directamente num erro americano...'

Eis outro ...(ah! saudades!!!):

As it turned out, Commissioner General Coelho was not only the first government employee brought aboard for Expo '98, but also the last. He chose to hire everyone else for Expo '98 - by one count, 30 individuals in all - as independent contractors. They included Fred Hatfield, Coelho's chief of staff on Capitol Hill from 1984 to 1989 and later his business partner; Mark Johnson, the former communications director of the Democratic Congressional Campaign Committee under Coelho; and Debra Coelho, his own niece. She was brought on for the final months of Expo '98 - "in violation of USIA regulations," the Inspector General's report says - as Hatfield's $2,500-a-month special assistant. (Had she been hired as an employee rather than as yet another independent contractor, the arrangement would have also violated federal nepotism rules.)

http://www.aim.org/publications/guest_columns/hogan/1999/oct01.htm

Publicado por: Conejo às julho 22, 2005 10:36 PM

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